Descrição
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Conjunto de 7 livros Fernando Pessoa
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Lisboa – O que o Turista Deve Ver / What the Tourist Should See
(edição bilingue, em capa dura)
Autor: Fernando Pessoa
Ilustração: Mário Linhares
Tradução: Pedro Cotrim
1.ª edição: 27 de Novembro de 2015
Pág.s: 164 (a cores, com 22 cm alt * 25,5 cm larg, capa dura)
ISBN: 978-989-615-206-2
PVP: 22,20 Euros
O famoso guia de Lisboa escrito em inglês por Fernando Pessoa, agora numa edição de luxo, bilingue, com cerca de 100 ilustrações exclusivas, a cores – algumas apresentadas em panorâmica de dupla página de perder o fôlego.
Este guia de Lisboa que Fernando Pessoa deixou dactilografado em inglês, em 1925, é uma carta de amor à sua cidade. Esta edição, com ilustrações deslumbrantes e exclusivas, apresenta-nos um cicerone destemido nas decisões sobre os caminhos a tomar e com conhecimentos profundos e circunstanciados sobre as ruas e os monumentos mais notáveis da capital; nota-se uma imensa vontade de mostrar os tesouros mais significativos aos olhos forasteiros.
Alguns estudiosos da obra de Pessoa sugerem-nos que o relato é desprovido das elevações metafóricas de Bernardo Soares ou dos ímpetos de outros heterónimos. Ainda bem: legou-nos um guia de Lisboa a meio caminho entre as duas guerras mundiais que será para sempre preciso e precioso – tanto para o visitante como para o lisboeta, que, após percorrer estas linhas, passará a olhar para a sua cidade com o sorriso de quem lhe conhece minúcias que os seus patrícios olvidam.
This guide to Lisbon which Fernando Pessoa left typewritten in English in 1925, is a love letter to his city. This edition, with stunning and unique illustrations, shows us a fearless cicerone making decisions about the paths to take and showing in-depth and detailed knowledge regarding the most remarkable streets and monuments of the capital; one can note a great desire to reveal the most significant treasures to the eyes of outsiders.
Some scholars of Pessoa’s work have suggested to us that this work is devoid of the metaphorical highs of Bernardo Soares or the impetus of other heteronyms. And this is to the good: he has bequeathed us a guide to Lisbon halfway between the two world wars that will forever be accurate and valuable – both for visitors and for the people of Lisbon, who, after perusing these lines will look at their city with the smile of those who know its details that their fellow countrymen overlook.

palavras do Livro do Desassossego
Autor: Libório Manuel Silva
Ilustração: Mário Linhares
Págs: 112, cores (capa dura)
ISBN: 978-989-615-190-4
3.ª edição: Set/2015
Preço: 14,00 Euros
Edição ilustrada, a cores e em capa dura, com os trechos mais luminosos e representativos do Livro do Desassossego – o «Livro do desencanto do mundo, mas também, paradoxalmente, um livro de júbilo» –, escrito por Fernando Pessoa-Vicente Guedes-Bernardo Soares. Inclui uma introdução com a história do Livro.

O Guardador de Rebanhos
Autor: Alberto Caeiro (Fernando Pessoa)
Prefácio e posfácio: Pedro Sinde
Ilustração: Mário Linhares
Págs: 104, cores (capa dura)
ISBN: 978-989-615-192-8
Edição: Março/2014
Preço: 14,00 Euros
O Guardador de Rebanhos – 100 ANOS
foi em 8 de Março de 1914 – acerquei-me de uma cómoda alta, e, tomando um papel, comecei a escrever, de pé, como escrevo sempre que posso. E escrevi trinta e tantos poemas a fio, numa espécie de êxtase cuja natureza não conseguirei definir. Foi o dia triunfal da minha vida, e nunca poderei ter outro assim. Abri com um título – ‘O Guardador de Rebanhos’. E o que se seguiu foi o aparecimento de alguém em mim, a quem dei desde logo o nome de Alberto Caeiro. Desculpe-me o absurdo da frase: aparecera em mim o meu mestre. Foi essa a sensação imediata que tive.
Edição centenária, ilustrada, a cores e em capa dura, d’O Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro (Fernando Pessoa). Inclui um prefácio e posfácio por Pedro Sinde.
O Guardador de Rebanhos nasceu, de um jacto, a 8 de Março de 1914, há precisamente cem anos.
A sua leitura devia ser uma recomendação medicinal; há versos d’O Guardador de Rebanhos que são um bálsamo para a alma, transportam para o nosso interior um certo apaziguamento ou reconciliação, pois estão impregnados de um aroma de eternidade. Este efeito medicinal é ainda mais importante hoje do que no tempo de Fernando Pessoa, porque estamos muito mais expostos ao excesso de ruído e de imagens. O leitor não deixará de sentir, estamos seguros, o revigorante efeito destes versos.

O Meu Tio Fernando Pessoa
Autora: Manuela Nogueira
Prefácio: Richard Zenith
Págs: 128
ISBN: 978-989-615-202-4
Edição: Jun/2015
Preço: 14,00 Euros
O livro O Meu Tio Fernando Pessoa apresenta muitos dados sobre a infância de Pessoa e inclui textos que revelam o menino que nele subsistiu depois de atingir a idade adulta.
A presente antologia generosamente compilada por Manuela Nogueira revela-nos um lado do seu tio que é menos conhecido mas que perpassa, na verdade, toda a vida e obra do poeta. A frase “Fernando Pessoa: o homem que nunca foi” adquire, aqui, o seu verdadeiro significado, pois, até ao dia da sua morte, Fernando Pessoa foi sempre uma grande, genialíssima criança.

palavras de Fernando Pessoa – desenvolvimento pessoal e negócios
Edição: Libório Manuel Silva
Design: António Pedro
Ilustração: Paulo Buchinho
Pintura: Cristina Troufa
Colecção: Desafios
ISBN: 978-989-615-173-7
Páginas: 112
Preço: 14,00 EUR
Na comemoração dos 125 anos do nascimento do mais universal dos poetas portugueses, o Centro Atlântico apresenta um livro único de citações de auto-ajuda e negócios, ilustrado com desenhos, pinturas e fotografias criadas propositadamente para este projecto.
Pelas mãos de Fernando Pessoa (ortónimo), Bernardo Soares (seu semi-heterónimo) e Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos (da sua criação heterónima), este livro convida-o a inspirar-se, rir, pensar, discutir, reviver, adoptar ou até a discordar das palavras que entendemos seleccionar, e ilustrar, da sua poesia e das suas reflexões e ensaios sobre, entre outros, desenvolvimento pessoal, a essência do sucesso empresarial no mundo globalizado, excelência empresarial, publicidade, identidade corporativa, a importância do elemento organizativo nas empresas, as redes sociais (networking), as questões da muito glosadacorporate governance, o papel do Estado na economia, a legislação paternalista e proteccionista ou o brain drain.
“Escrevo atentamente, curvado sobre o livro em que faço a lançamentos a história inútil de uma firma obscura; e ao mesmo tempo o meu pensamento segue, com igual atenção, a rota de um navio inexistente por paisagens de um oriente que não há. As duas coisas estão igualmente nítidas, igualmente visíveis perante mim: a folha onde escrevo com cuidado, nas linhas pautadas, os versos da epopeia comercial de Vasques e C.ª, e o convés onde vejo com cuidado, um pouco ao lado da pauta alcatroada dos interstícios das tábuas, as cadeiras longas alinhadas, e as pernas saídas dos que sossegam na viagem.”
Bernardo Soares

Mensagem (edição comentada)
Comentada: Auxília Ramos e Zaida Braga
Autor: Fernando Pessoa
Páginas: 144
ISBN: 978-989-615-097-6
1ª Edição: Out/2010
Colecção: Desafios
Preço: 14,00 EUR
Introdução
«É a Hora!»
Edição especial, comemorativa do 75º aniversário da morte de Fernando Pessoa, comentada e seguindo o Novo Acordo Ortográfico. Ao afirmar «os futuros ma [a obra] porão na ortografia deles, sem me levar a mal o haver escrito em outra», Pessoa soube antever o (atual) presente.
Mensagem, obra-prima universal e universalista, é o único livro em língua portuguesa publicado em vida do poeta.
Mensagem é o poema épico sobre a pátria e o seu destino, o poema da glorificação do futuro.

O Conto do Vigário
Autor: Fernando Pessoa
Prefácio: António Bagão Félix
ISBN: 978-989-615-112-6
Páginas: 40
Edição: Mar/2011
Preço: 5,95 eur.
Colecção: Classicus
Mudam-se os tempos, mudam-se os contos-do-vigário. Mas, no essencial, mantém-se aquilo que os define:
«Já passaram oitenta anos desde que O“Notícias” Ilustrado deu à estampa esta narrativa na vida do Vigário. Muito mudou, na circunstância, entenda-se. Os contos viraram euros, mas o conto ainda o é. Na essência. E o senhor Vigário, lavrador e ribatejano, de que nos fala Pessoa, metamorfoseou-se num ambiente de globalização e de exuberância tecnológica. É claro que continua a haver o vigário doméstico ou local, com uma métrica modestamente artesanal de enganar o parceiro. Mas a sofisticação da trapaça é agora universal, sem muros ou obstáculos.
Há os vigários tóxicos, os vigários prolixos e os vigários que passam entre os pingos da chuva. Seguramente todos nocivos. Há, também, os vigários políticos e eleitorais que prometem sem cumprir, para crédulos e votantes sempre disponíveis para recair no conto-do-vigário.
A própria linguagem amaciou a técnica do vigário. Não mente, limita-se a dizer uma inverdade. Não tem conflitos de interesses, antes está a tirar partido de uma sinergia. Não comete burlas, o que enfrenta, coitado, são imparidades. Não é aldrabão, assume-se como flexível. Tacticamente Individualista, diz que nada tem a ver com a vida dos outros, para que os outros o deixem à vontade na sua vida. Para ele, os fins justificam, sem pestanejar, qualquer meio».
Ver também Campanha de comemoração dos 80 anos da morte de Fernando Pessoa:







