{"id":7837,"date":"2020-07-24T23:12:03","date_gmt":"2020-07-24T23:12:03","guid":{"rendered":"http:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/?page_id=7837"},"modified":"2020-07-24T23:28:39","modified_gmt":"2020-07-24T23:28:39","slug":"lisboa-ainda-olhares-sobre-a-cidade-em-quarentena","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/exposicoes\/lisboa-ainda-olhares-sobre-a-cidade-em-quarentena\/","title":{"rendered":"LISBOA AINDA &#8211; Olhares sobre a cidade em quarentena"},"content":{"rendered":"<div style=\"width: 980px;\" class=\"wp-video\"><video class=\"wp-video-shortcode\" id=\"video-7837-1\" width=\"980\" height=\"980\" preload=\"metadata\" controls=\"controls\"><source type=\"video\/mp4\" src=\"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/ML_LA_ECARD-Abertura.mp4?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/ML_LA_ECARD-Abertura.mp4\">https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/ML_LA_ECARD-Abertura.mp4<\/a><\/video><\/div>\n<p><em>Lisboa Ainda<\/em>\u00a0mostra, no Pavilh\u00e3o Preto do Museu de Lisboa &#8211; Pal\u00e1cio Pimenta, os projetos fotogr\u00e1ficos de quatro fotojornalistas com percursos diferentes: Tiago Miranda, Pedro Nunes, Lu\u00eds Miguel Sousa e Jos\u00e9 Fernandes. \u00abQuatro olhares distintos sobre uma Lisboa em quarentena. S\u00e3o quatro olhares de quem conseguiu, atrav\u00e9s da objetiva, captar a ess\u00eancia e a beleza de uma cidade confinada acrescentando assim uma nova dimens\u00e3o \u00e0quele que seria o seu objetivo inicial: informar\u00bb, explica Rita Palla Arag\u00e3o, comiss\u00e1ria da exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Lisboa sofreu, durante a quarentena, uma altera\u00e7\u00e3o profunda na sua viv\u00eancia que ficar\u00e1, para sempre, na mem\u00f3ria coletiva. Aos fotojornalistas coube a dif\u00edcil tarefa de captar imagens diretamente relacionadas com a pandemia, imagens de pesar e de sofrimento humano. E tamb\u00e9m a tarefa, n\u00e3o menos dif\u00edcil, de ir registando, atrav\u00e9s das suas objetivas, as altera\u00e7\u00f5es profundas que se tinham operado no nosso mundo quotidiano. \u00abFotografar a cidade parada. Sem o aeroporto e as escolas, mas tamb\u00e9m sem teatros e cinemas, caf\u00e9s e esplanadas, restaurantes e bares, concertos e bailados, lojas e quiosques, floristas e vendedores ambulantes, mercados e feiras. Com a cidade parada, sem o movimento dos seus habitantes, desapareceram os pequenos gestos de cada um e que fazem o dia a dia de todos \u2013 \u201cLisboa n\u00e3o tem beijos nem abra\u00e7os (&#8230;) n\u00e3o tem passos\u201d, como t\u00e3o bem descreveu Manuel Alegre durante este per\u00edodo, num poema que marcar\u00e1 para sempre este tempo e que empresta o t\u00edtulo \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o \u2013\u00a0<em>Lisboa Ainda<\/em>\u00bb, assinala a comiss\u00e1ria.<\/p>\n<p>Em quatro n\u00facleos, caminhamos pela cidade conduzidos pelo olhar dos quatro fotojornalistas portugueses:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Pedro Nunes<\/strong>fotografou a cidade na primeira manh\u00e3 da primeira segunda-feira da primeira semana da quarentena. \u00abO tempo \u00e9 diferente, o objetivo \u00e9 o de sempre: mostrar o que acontece. S\u00f3 que, nesta manh\u00e3, parece que n\u00e3o acontece\u00bb, salienta Rita Palla Arag\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Lu\u00eds Miguel Sousa\u00a0<\/strong>voltou aos lugares que antes havia fotografado repletos de turistas para, com o mesmo enquadramento, captar o contraste \u00abe assim nos mostrar o qu\u00e3o vol\u00e1til \u00e9, afinal, a realidade\u00bb, nota a comiss\u00e1ria.<\/li>\n<li><strong>Tiago Miranda<\/strong>conduziu por Lisboa e fotografou-a pela janela do carro. Para Rita Palla Arag\u00e3o, \u00abconstatamos que a lente foi passeando pela cidade e captando o que o fotojornalista sentiu: a cidade como um n\u00e3o-lugar\u00bb.<\/li>\n<li><strong>Jos\u00e9 Fernandes<\/strong>desenha a escurid\u00e3o com luz. \u00abIncide sobre as nossas figuras um destaque em branco que poder\u00e1 ter muitos significados mas que \u00e9, inequivocamente, de luz\u00bb, assinala.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A completar, uma sala dedicada ao poema que Manuel Alegre escreveu sobre a cidade durante a quarentena,\u00a0<em>Lisboa Ainda<\/em>, e ainda excertos de poemas de Manuela de Freitas, Maria Teresa Horta e Sophia de Mello Breyner.<\/p>\n<p><strong>Comiss\u00e1ria:\u00a0<\/strong>Rita Palla Arag\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Fotografias:\u00a0<\/strong>Jos\u00e9 Fernandes, Lu\u00eds Miguel Sousa, Pedro Nunes, Tiago Miranda<\/p>\n<p><strong>Poema<\/strong>: Manuel Alegre\u00a0<strong>Excertos<\/strong>\u00a0<strong>de poemas:<\/strong>\u00a0Manuela de Freitas, Maria Teresa Horta e Sophia de Mello Breyner<\/p>\n<p>[gallery_bank type=&#8221;images&#8221; format=&#8221;blog&#8221; title=&#8221;false&#8221; desc=&#8221;false&#8221; special_effect=&#8221;none&#8221; animation_effect=&#8221;bounce&#8221; album_title=&#8221;true&#8221; album_id=&#8221;66&#8243;]<\/p>\n<p>Local: <strong>Museu de Lisboa<\/strong> &#8211; Pal\u00e1cio Pimenta, Pavilh\u00e3o Preto, Campo Grande, 245, Lisboa<\/p>\n<p>Datas: 23 julho &#8211; 20 setembro<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio: Ter\u00e7a &#8211; domingo, 11h00 &#8211; 17h00<\/p>\n<p>Entrada: 3 \u20ac (descontos dispon\u00edveis\u00a0<a href=\"http:\/\/www.museudelisboa.pt\/informacoes.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lisboa Ainda\u00a0mostra, no Pavilh\u00e3o Preto do Museu de Lisboa &#8211; Pal\u00e1cio Pimenta, os projetos fotogr\u00e1ficos de quatro fotojornalistas com percursos diferentes: Tiago Miranda, Pedro Nunes, Lu\u00eds Miguel Sousa e Jos\u00e9 Fernandes. \u00abQuatro olhares distintos sobre uma Lisboa em quarentena. 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