{"id":5116,"date":"2018-03-01T23:41:25","date_gmt":"2018-03-01T23:41:25","guid":{"rendered":"http:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/?p=5116"},"modified":"2018-03-01T23:51:35","modified_gmt":"2018-03-01T23:51:35","slug":"200-dias-para-dentro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/200-dias-para-dentro\/","title":{"rendered":"200 DIAS PARA DENTRO"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/exposicoes\/200-dias-para-dentro\/\"><strong>200 DIAS PARA DENTRO<\/strong><\/a><\/p>\n<p><em>Exposi\u00e7\u00e3o de fotografia de\u00a0Danny Bittencourt<\/em><\/p>\n<p>Tantas vezes anestesiamo-nos com falsos sorrisos e imagens superficiais. Me parece que afastar a dor dos nossos olhos e dos olhos dos outros \u00e9 o mais escolhido entre aqueles que preferem n\u00e3o sentir. O trabalho traz como proposta, sentir. Entender e expor. E assim incentivar que o expectador tamb\u00e9m sinta e tamb\u00e9m encare suas ang\u00fastias e agudos. Sentir faz com que a vida pulse de maneira mais profunda, negar a dor \u00e9 como viver na superf\u00edcie, inerte.<\/p>\n<p>O \u201c<a href=\"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/exposicoes\/200-dias-para-dentro\/\"><strong>200 dias para dentro<\/strong><\/a>\u201d nasce da dor. Como numa clich\u00ea poesia shakespeariana, a artista se v\u00ea obrigada a se afastar do grande amor de sua vida por 200 dias. Nesse per\u00edodo, al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de imagens e textos para dar conta da agressividade de uma dist\u00e2ncia imposta, a artista entende que a exposi\u00e7\u00e3o do sentir se fazia necess\u00e1rio. Que mesmo fechada para o mundo, suas imagens convidam para um di\u00e1logo. Uma reflex\u00e3o sobre entender e encarar aquilo que machuca. Um convite para que o expectador tamb\u00e9m se enxergue e se enfrente. Um trabalho po\u00e9tico, sens\u00edvel e profundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>200 DIAS PARA DENTRO Exposi\u00e7\u00e3o de fotografia de\u00a0Danny Bittencourt Tantas vezes anestesiamo-nos com falsos sorrisos e imagens superficiais. Me parece que afastar a dor dos nossos olhos e dos olhos dos outros \u00e9 o mais escolhido entre aqueles que preferem n\u00e3o sentir. O trabalho traz como proposta, sentir. Entender e expor. E assim incentivar que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2629,"featured_media":5114,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[170,148,63],"tags":[],"class_list":["post-5116","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-exposicao","category-gratuito","category-noticia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5116","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2629"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5116"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5116\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5118,"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5116\/revisions\/5118"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5114"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5116"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5116"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fotografiaportugal.pt\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5116"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}